Fotografia + iPhone 3GS + apps
A algum tempo atrás, depois de conhecer e acompanhar a maneira interessante como o Chase Jarvis abordava a fotografia de celular, comecei a dar mais valor a mesma. Até então, com um Nokia N85, minhas possibilidades eram bem limitadas mas ainda assim, procurei me inserir no contexto.
Porém, após a aquisição do iPhone 3GS 32GB, um novo mundo se abriu. Porque 32Gb em um iPhone quando já se tem um iPod de 160Gb?” Essa foi a pergunta que amigos me fizeram. E a resposta não poderia ser mais simples e objetiva: Uai, fotos!
Desde então, ficou claro porque o Chase fazia parecer fácil tirar uma foto, editá-la e compartilhá-la no flickr, facebook e twitter, tudo isso em segundos e no próprio iPhone!
Recentemente, ele lançou seu próprio app, chamado Best Camera, o qual reune alguns efeitos de edição e etc. Chase ainda juntou, numa espécie de coletânia, várias fotos tiradas com o iPhone e publicou um livro chamado The Best Camera Is The One That’s With You.
Bom, com esse uso constante que venho fazendo do iPhone e suas ferramentas, muita gente me pergunta o que eu uso nele, como eu uso e por aí vai. Dentre os principais, eu destacaria:
• A própria cam do iPhone 3GS, que apesar de não ter flash incorporado, apresenta uma qualidade muito boa no overall. Ela é usada por alguns apps mas outros tem sua “própria cam” que geralmente suprimem a qualidade das fotos
• TiltShif Generator, $0,99 – Permite tirar e aplicar efeitos Tilt Shift nas fotos, com a possibilidade de escolher a área e a intensidade onde o efeito será aplicado, bem como saturação, contraste, brilho e vinheta. Muito simples e fácil de usar! Tem integração com o Twitter.
• Photo Filters, gratuito – Permite aplicar efeitos pré-determinados nas fotos, como lomografia, polarizado P&B e retrô
• Pixel Perfect, gratuito – Permite aplicar efeitos pré-determinados nas fotos, mas com opção de ajuste da intensidade, para mais e para menos. Os efeitos são sépia, P&B, brilho, saturação, hue e invert
• Photo Utility, gratuito – Permite cortar e girar fotos, salvando-as após as alterações.
• Photo Markr, $2,99 – Permite a aplicação de marca dágua nas fotos. Pode ser um texto qualquer ou mesmo uma imagem (sua logomarca, por exemplo) que você fez upload para o iPhone
• Flickr, gratuito – Sua conta do Flickr no seu iPhone. Upload, amigos, fotos, galerias e muito mais.
Basicamente, estes sete são os que mais uso no dia a dia.
Recentemente, criei uma galeria no flickr, que remete a um projeto que desenvolvi ainda com o N85, The 2AC! Project – Anytime. Anywhere.Click e vou dar continuidade de maneira mais livre. Antes, usava o Poladroid no Mac, onde editava as fotos feitas com o cel. Devido a uma reavaliação dos conceitos e da não aprovação do Poladroid para iPhone pela Apple, resolvi postar as fotos sem o frame que remetia as instantâneas feitas com as famosas Polaroids e também removi as bordas que usava nas minhas outras fotos no flickr e demais hosts, para que as mesmas fossem visualizadas de maneira mais suave no iPhone. As bordas davam a foto uma proporção quadrada, o que diminuia muito o tamanho na visualização no aparelho. A proporção das fotos feitas pela cam do iPhone 3GS é 4×3, mas a visualização ainda assim é excelente! A idéia do projeto, que é clickar e exercitar a criatividade a todo tempo, permanece a mesma.
Seja iPhone, celular ou mesmo cameras fotográficas mesmo, o lance é não perder a foto! Como o Chase disse, a melhor câmera é aquela que está com você!

Ao som de Strokes – Last Nite.
The 2AC! Project – Anytime. Anywhere. Click!
Aproveitando o post de ontem sobre exercício de criatividade, vou colocar em prática um projeto o qual venho idealizando já a algum tempo e tomou força com o uso do Twitter.
Acompanho o trabalho do Chase Jarvis, fotógrafo gringo, a muito tempo. Falarei sobre ele mais tarde. Dentre as várias idéias do Chase, uma que tem ganhado força lá fora é a que diz respeito ao exercício da criatividade. Ele publica em seu blog, videos criativos como chamada para suas palestras nos EUA. Dessa maneira, incentiva diretamente as pessoas a fazerem o mesmo, com vários propósitos. Desde a aquisição de um iPhone, o Chase vem postando no twitter dele, fotos tiradas pelo nas mais variadas situações cotidianas, o que me motivou a escrever o post anterior, além do projeto o qual explico neste post.
Nunca se viu tantas ferramentas e artifícios pra se registrar uma imagem igual hoje em dia. Antes, na época do filme, a maneira mais rápida de se ver uma foto pronta, eram as câmeras Polaroid. Porém, com a era digital isso mudou. Temos fotos instantâneas em poucos segundos, exibidas em displays de cristal líquido. A possibilidade de se criar sensores e lentes em pequenos tamanhos (Já reparou o tamanho da segunda camera do seu celular, aquela usada pra chamadas de video?) fez com que muitos objetos se tornassem resgistradores de momentos, dentre eles, o mais comum hoje em dia, o telefone celular. Nove em cada dez pessoas tem celular e sete dentre esses nove possuem câmera. Sendo assim, a fotografia é praticamente acessível a todos, a qualquer hora e em qualquer lugar.
Alguns celulares apresentam câmeras com qualidade igual ou superior a muitas câmeras digitais compactas, os quais chamo, de maneira divertida, de câmeras que vem com celulare. Muita gente fotografa exclusivamente com esse tipo de câmera e a qualidade apresentada é mais que satisfatória pro propósito cotidiano, de registrar endereço de alguém escrito na notinha do self-service, a calcinha da garota da carteira da frente na faculdade, tal objeto que se quer comprar mas precisa de opinião quanto ao design ou mesmo os filhos pequenos brincando no parquinho. Já quem fotografa profisisonalmente, tem uma certa resistência com esse tipo de equipamento, no que tange aos recursos e claro, a qualidade da imagem. Não tem como comparar equipamento profissional com equipamento embutido em celular, fato. Mas esse preconceito acaba privando naturalmente os profissionais da área de registrarem momentos como os citados acima. Ninguém fará um editorial ou cobrirá um casamento com uma câmera de celular, mas porque não registrar momentos diversos nas horas livres?
Existem grupos direcionados a fotografia de celular em sites como o Flickr, especializado em fotos. Vale postar qualquer foto, de qualquer modelo de aparelho. Estes vários elementos juntos, inspiração vinda do trabalho do Chase, pequenos grupos de fotografia de celular, possibilidade de se ter uma câmera com você o tempo todo e exercício de criatividade me levaram a criar um projeto, o qual darei o nome de The 2AC! Project – Anytime. Anywhere. Click! (Two A C).
Inicialmente, manterei o projeto apoiado na plataforma do Twitter por alguns motivos: Muita gente já utiliza o serviço, principalmente via celular e juntamente com o Twitpic, ferramenta mais comum pra postagem de fotos, a facilidade será enorme. A idéia consite em exercitar a criatividade constantemente, fotografando com celulares ou dispositivos de comunicação móveis, cenas, elementos, pessoas ou qualquer coisa que você julgue interessante no seu dia-a-dia e depois postá-las na sua conta do Twitpic associada ao Twitter, contendo a hash tag #twoac junto ao texto. Não existem regras ou limites para as postagens mas o bom senso é apreciado. A criatividade é de cada um, a responsabilidade também!
Convido a todos aqueles que já tem uma conta no Twitter e também os que ainda não possuem uma a participar do projeto. Feedbacks serão muito bem vindos! Vou dar o start agora mesmo!
Breve versão em inglês do artigo.
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Ao som de Atmosphere – Yesterday.
Fora Politicagem!
Não me interesso por política e isso não é atôa. Aliás, cada dia que passa, temos mais jovens desinteressados pela política nacional. Na escola, tirando a família real, os barões do café e presidentes, não aprendemos sobre outros políticos que foram relevantes na nossa história. Junte isso com as redações que éramos obrigados a fazer sobre algum acontecimento do cotidiano na época, em grande parte das vezes, escândalos políticos e temos um problema instalado. Acho que começa aí o desinteresse pela política o qual jovens como eu carregam nos dias de hoje. Não que nossa política seja totalmente podre, mas grande parte é. Já parou pra pensar? Quantos amigos seus seguiram carreira política? E aqueles que faziam parte do grêmio estudantil e clamavam por mudanças e justiça? Nem eles. Preferiram concentrar seus esforços e lutar por causas menores e em meios diversos, mas que teriam sucesso, como comunidades desprovidas, salvação do meio ambiente e animais, música e arte, dentre vários outros. Tenho um amigo que sempre gostou de política. Isso até o dia que viu de dentro de um partido político um pouco da realidade. Veja bem, não estou generalizando, mas isso ocorre na maioria das organizações políticas no país. Ele não deixou de gostar de política, mas se afastou. A maneira como vemos os escândalos e as politicagens nos jornais e na tv nos desanimam profundamente. Quantas não foram as vezes em que, esperando por alguma reportagem no jornal nacional, ouvi uma chamada sobre corrupção e mudei de canal, perdendo a outra? Muitas. O motivo disso? Já estamos cansados de ouvir esse tipo de coisa que envolve nossa política e a repulsa acaba se tornando natural. O Jô Soares colocou em seu programa, as quartas-feiras, um espaço sobre política chamado “As meninas do Jô”. Não me lembro nunca que o quadro é na quarta e quando chega a hora, desânimo total. Penso comigo mesmo: Carochinha política hoje denovo? De certa forma, o programa tenta colocar seu público interado do cenário político nacional da última semana. O Programa do Jô normalmente entrevista pessoas interessantes, das mais diversas áreas, mas ultimamente virou púlpito para políticos se explicarem sobre determinadas coisas. Uma pena. Com esses escânda-los a respeito do presidente do senado, José Sarney, minha paciência se esgotou. Não vejo nada na TV, muito menos nos jornais impressos, mas ocorre um bombardeio na internet, principalmente no Twitter. De certa maneira, acho interessante o ponto de vista de pessoas como eu, que opinam a respeito destes e diversos assuntos de forma liberal e direta, diferentemente dos veículos principais de notícias. Se você pesquisar pela tag #forasarney no Twitter, irá encontrar manifestos, organização de atos públicos (não secretos!) e os mais diversos tipos de comentários sobre política, dos engraçados aos difamatórios. Até propaganda se aproveitando da tag tem. Pessoas comuns, públicas e até políticos participam das discussões. Esses dias, vi dois senhores no hall de um prédio discutindo sobre o Sarney e seu histórico. Não me sinto menos inteligente por não saber quem ele foi (além de 31º presidente do Brasil) e o que ele fez. Pelo contrário, me sinto mais completo por ter feito um estudo sobre o fim da segregação racial na África do Sul ou mesmo sobre os caras que revolucionaram a internet. Eu gostaria, dentre várias coisas, que a política no nosso país fosse diferente e eu tivesse aprendido a gostar dela. Não penso que a má política deixará de existir, mas que a boa política poderá sim, ser triunfante. Muitas são as idéias pra resolver este problema, mas alguma será realmente eficiente? Quando? E assim como eu escrevia na parte conclusiva das minhas redações quando tinha lá meus 9 anos de idade, persisto: “Não estarei aqui pra testemunhar. Talvez meus netos ou bisnetos.” Fora politicagem!
Ao som de Audioslave – Be Yourself.
WWDC 09′ + iPhone 3GS
A Apple lançou hoje, na keynote de abertura da WWDC 09′, atualizações dos MacBooks, MacBooks Pro e MacBook Air, juntamente com o novo sistema operacional Mac OS X Snow Leopard, diga-se de passagem, o mais avançado do mundo. A dois anos usando o Leopard, estou extremamente satisfeito. Nunca mais, depois de inúmeras vezes na plataforma Windows, vi o meu Photoshop travar e jogar na lixeira algumas horas de edição, fora as outras tantas coisas. Se o Leopard já era o estado da arte, o que dizer sobre o Snow Leopard? Bom, Setembro não está longe. Na sequência da keynote, como todos aguardavam, também veio a atualização do iPhone e seu novo sistema operacional, o iPhone OS X 3.0. O novo modelo conta com o mesmo design, mas hardware e software aprimorados. Quem quiser saber sobre as novas funcionalidades, sabe onde procurar. Vou apenas ressaltar as que dizem respeito sobre a câmera. Agora com 3Mp, autofoco, foco por toque, macro, video, geotagging e liberdade para uso por softwares de terceiros, ficou ainda mais fácil a fotografia “now and everywhere”. Existe um movimento por todo o mundo onde as pessoas postam fotos na internet usando gadgets móveis, em sua maioria celulares, com informações geográficas para localização precisa. Muitos dirão que qualquer celular com camera e acesso a internet faz isso, o que de fato é verdade. Mas nenhum o faz com a simplicidade de um iPhone. Quem já viu o procedimento que o diga. Através do Twitpic, vejo várias fotos nos Twitters de quem sigo, como por exemplo, o do Chase Jarvis, grande fotógrafo que admiro e o qual inspirou esse post. O Flickr tem uma página de estatísticas referentes a marcas e modelos de celulares usados para envio de fotos ao site. Não é nenhuma supresa que o iPhone esteja no topo, confirmando entre outras coiasas, o que eu disse sobre a simplicidade acima. Acredito que qualquer recurso que melhore e diversifique a fotografia, em seus amplos campos de uso, acaba sendo válido. Mesmo que demore um tempo, acaba sendo válido.
Veja também www.apple.com.
Ao som de Vanilla Ice – Ice Ice baby.
Redes Sociais E A Fotografia
Esses dias eu estava fazendo uma espécie de estatística pra saber como chego até as informações sobre fotografia, parte obrigatória do meu dia a dia. A primeira análise me mostrou que vou em busca de mais de 70% dessas informações e os 30% restantes chegam até mim, pelas mais diversas formas. Dentre elas, nas quais busco e recebo, estão os feeds, a pesquisa do Google e as redes socias. (Off: Um dia que estiver atôa, procure pensar sobre como seria sua vida, nos dias de hoje, sem o Google.). Os feeds são a maneira mais direta de saber sobre determinado assunto, como você quiser. Você só assina um feed quando julga o mesmo interessante, e a menos que seja um blog de variedades, você só receberá feeds do assunto desejado. A pesquisa do Google acaba mostrando, na maioria das vezes, muita coisa espalhada e alguns clicks extras são necessários para filtrar o que realmente procuramos. E ainda assim, te redireciona para sites, blogs e foruns. As redes sociais, por outro lado, vão além da informação. Elas te levam a informação com um bônus: pessoas com interesses em comum. Sou um early adopter, confesso. (Pra quem não sabe o que é um early adopter, Wikipedia tá aí!). Porém, só consigo ver utilidade em certas ferramentas depois de um certo tempo. Ontem assisti a apresentação do Google Wave. Confesso não ter visto nada de muito diferente. Mas enfim, não vem ao caso falar sobre o Wave agora. Voltando as redes sociais, estou em fase de adaptação no Twitter. A cada dia que passa, venho descobrindo uma variedade de informações interessantes e maneiras de utilização desta ferramenta. Utilizo o meu basicamente pra achar coisas interessantes sobre fotografia, mas o mais legal é que acabo conhecendo pessoas, lendo sobre assuntos diversos, mas que estão relacionados a fotografia, além de ver, pelo menos umas 10 fotos interessantíssimas através do Twitpic por dia. Curiosamente, tenho visto mais fotos no Twitter do que no Flickr. Sigo alguns grandes fotógrafos, principalmente internacionais, os quais admiro os respectivos trabalhos. Chego até muita coisa legal seguindo certas pessoas e canais e essa idéia de relação comunicativa interpessoal o tempo todo via Twitter acaba agregando muita coisa. Agora mesmo, li um twitt de alguém e no mesmo segundo, enviei-o para uma terceira pessoa. Muitos diriam: “Tá, que é que isso tem de diferente do email que você encaminha?” E eu responderia: Quantas pessoas irão receber o seu email encaminhado? Mesmo sendo 500 um número grande, seriam somente as 500 que você colocou no campo de destinatários. Mas e se fosse um twitt ao invés do email? Seriam infinitas pessoas. Obviamente, tudo dentro do bom senso, tudo dentro de um propósito, tudo dentro de uma avaliação pessoal sobre essas ferramentas e como elas lhe podem ser úteis. Se você quer material sobre fotografia ou sobre qualquer outra coisa, dê uma pesquisada no Twitter. Certeza de que irá encontrar algo interessante!
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Ao som de Girl Talk – Play Your Part Pt. 2.













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